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Zé Filho fala sobre perseguições do governo que fizeram as obras parar
Zé Filho fala sobre perseguições do governo que fizeram as obras parar
21/08/2014 07h57
O candidato à reeleição, governador Zé Filho (PMDB) foi o entrevistado desta quarta-feira (20/08) no Piauí TV 2ª edição, na série de entrevista com os candidatos a governador do Estado.

O peemedebista foi de cara confrontado pela jornalista Denise Freitas sobre a mudança o porque da mudança do nome de Marcelo Castro pelo seu, e se esta "quebra de acordo" não prejudicaria em sua campanha.

"Agradeço sua pergunta e a oportunidade de esclarecer aos piauienses. O fato é que sempre dise que não seria candidato de mim memo. Nunca iria impor que gostaria de ser candidato. Naquele momento, em janeiro, o ex-governador me disse que fez uma reunião com os partidos da base aliada e naquele tempo, o meu nome não agregava, na maioria dos partidos", disse.

Zé Filho completa que logo que assumiu o governo teve a oportunidade de "tomar algumas ações" e fazer algo como governador, citando a abertura do Albertão, melhorias no Iapep Saúde, regulação dos leitos do Hospital Getúlio Vargas. "O que aconteceu, os outros partidos me procurara e acharam que eu deveria ser o candidato", completando que ele mesmo pediu que os partidos ouvissem Marcelo Castro para saber se seu nome tinha apoio da base e consentimento de Castro.

Lembrando que Zé Filho já participou da base que apoiou Wellington Dias (PT) ao senado, a jornalista perguntou o porque, de só agora, levantar o fato de que recebeu o estado quebrado.

"Ele foi candidato a senador na nossa chapa, mas ele foi que saiu da nossa base aliada, e todos os outros partidos estão conosco, ele que se juntou a outros partidos que não votaram na gente", disse, sendo interrompido para responder diretamente o questionamento.

"O candidato da turma do PT saiu do nosso governo agora. Ele saiu em dezembro do ano passado. Mas o estado não está quebrado, mas também não temos rios de dinheiro" disse, completando sobre a situação financeira do governo do Estado.

Questionado sobre o porque do atraso de obras estruturantes como o Rodoanel e a duplicação da Frei Serafim, Zé Filho respondeu: "Porque houve uma mudança de regra quando houve mudança de governo. Nós tínhamos um contrato com o Banco do Brasil, com dinheiro de financiamento de empréstimo feito junto ao banco, dinheiro que o estado está pagando. Mas com a troca de governo eles mudaram a regra e tivemos uma dificuldade muito grande para nos adequar a essa mudança de regra. Até fiz denúncias, que era perseguição do governo. Como se muda uma regra depois que o jogo começou? E depois disso, eles liberaram o empréstimo".

FONTE: 180graus
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