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Investigação de dois ministros é mais um fator de desgaste para Dilma
Investigação de dois ministros é mais um fator de desgaste para Dilma
06/09/2015 21h49
A investigação de dois ministros diretamente ligados à presidente Dilma Rousseff, ambos com gabinete no Palácio do Planalto, é mais um fator de desgaste para a petista e mais um ingrediente pesado ao clima político já ruim de Brasília.

A presidente Dilma tem defendido todas as investigações, mas também tem destacado que não é possível fazer prejulgamento de ninguém. Nesse clima, pelo menos por enquanto, não se fala em afastamento deles no Planalto. Mas a presidente sabe que será cobrada a endossar ou reiterar sua confiança neles, ou ainda sair em defesa deles, como fez na última quarta-feira, em relação ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por motivos completamente diferentes.

Os ministros da Comunicação Social, Edinho Silva, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que tiveram autorização dada pelo STF para investigação, têm reiterado que todas as doações foram legais. Mas uma das linhas desta investigação é se os recursos doados, mesmo que por meios legais, são oriundos de desvios de contratos, ou seja, de propina.

A presidente Dilma tem uma reunião agendada com os ministros no final do dia, no Palácio da Alvorada, e o tema, que antes estava previsto para ser buscar meios para cobrir o rombo de R$ 30,5 bilhões do orçamento, deve se deslocar, mais uma vez, para a crise política. O vice-presidente Michel Temer, que havia sido convidado para esta reunião de domingo no Alvorada, não recebeu confirmação do encontro e, a princípio, só deverá estar com a presidente Dilma no palanque da Esplanada dos Ministérios, durante as comemorações do dia 7 de setembro, na manhã desta segunda-feira.

Os dois estão afastados e este distanciamento ficou ainda mais claro depois de Temer dizer que, com 7% de popularidade, a presidente não resiste mais três anos e meio.

Na noite de sábado, uma série de inserções do PMDB foram ao ar com a temática de que "a verdade é sempre a melhor escolha", o que também foi entendido como mais uma pitada para o problema com o partido, que tem vários adeptos da teoria de que é preciso desembarcar do governo. Em um dos vídeos, o vice-presidente da República e presidente nacional do partido, Michel Temer, ressalta que o PMDB "não tem medo da verdade que virá".

FONTE: Cpm finformações|CorreioBraziliense
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