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Estado do Piauí recebe a 1ª parcela do empréstimo do Bird
21/05/2016 12h41

 

A Secretaria Estadual da Fazenda informou ontem que já está na conta do Estado os US$ 200 milhões da primeira parte da operação de empréstimo de US$ 320 milhões realizada pelo Governo do Piauí junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), o Banco Mundial. Os recursos fazem parte de uma operação de crédito conhecida como DPL 2, e somam aproximadamente R$ 700 milhões pelo câmbio atual. 

 

O secretário estadual da Fazenda, Rafael Fonteles, disse ontem que os recursos serão investidos ao longo dos próximos quatro anos nas áreas de educação, saúde, gestão pública e meio ambiente, desenvolvimento rural e gestão fundiária, envolvendo pastas como Planejamento, Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente, Educação, Saúde, Administração e Fazenda, dentre outras. Segundo o secretário, cada órgão terá papel importante na concretização das operações. 

 

Segundo ele, o Estado tem metas a cumprir em áreas como educação, com a redução da evasão escolar que compromete a formação educacional; na questão fundiária, que impede investimentos nos cerrados, por exemplo, por conta da insegurança jurídica, e em outras áreas. O Governo disse que a contratação dos recursos "é resultado de um intenso trabalho da equipe econômica do Estado, que inclui os secretários de Fazenda, Rafael Fonteles, e Planejamento, Antonio Neto, além do diretor da Unidade de Controle da Dívida Pública, Mauro Gomes, e do superintendente de Operações Técnico-Finaceiras da Seplan, Sérgio Miranda". 

 

"Ressaltamos também o trabalho realizado pelo governador Wellington Dias para que este recurso chegasse de forma rápida ao Piauí", afirmou Rafael Fonteles. Os outros US$ 120 milhões do restante do empréstimo, que dá em torno de R$ 420 milhões, é no âmbito da Operação SWAp, e deve sair ao longo dos próximos meses. O financiamento foi aprovado pela Assembleia Legislativa ainda em 2013, no Governo Wilson Martins (PSB). De lá para cá, o Estado realizou todas as etapas para cumprir as exigências do Tesouro Nacional e do Banco Mundial para receber o dinheiro. 

 

Segundo Rafael Fonteles, o dinheiro do Banco Mundial chega em boa hora. "Esses recursos vão garantir os investimentos em políticas públicas e projetos de desenvolvimento. Com isso, o Estado fica livre para aplicar os recursos das receitas próprias no custeio da máquina, pagamento dos servidores e outras iniciativas próprias do Estado", observou.

 

FONTE: DiáriodoPovo
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