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Piauí
Governo do Piauí vai negociar prédios públicos para previdência
09/07/2016 09h45

Uma equipe, composta por técnicos e gestores do Governo do Estado, está fazendo o levantamento de todos os prédios que pertencem ao Estado e, após avaliação, eles serão colocados à venda ou para locação. Os recursos serão destinados para capitalizar o fundo de previdência do Piauí, que acumula um déficit de aproximadamente R$ 700 milhões por ano. Apenas prédios da educação e saúde não entraram no programa.

Entre os imóveis que atualmente pertencem ao estado e que estão sendo avaliados, estão o que funcionou a sede do Banco do Estado do Piauí, o que funcionava o Tribunal de Justiça do Estado, no Centro de Teresina e outros que hoje estão sob comando da Emgerpi.

De acordo com o superintendente de Previdência da Secretaria de Administração do Piauí, Marcos Steiner, no final de julho, o primeiro relatório deve ser apresentado para a equipe. Ele explica que todos os imóveis do Estado estão passando por uma avaliação para que o governo atualize a situação de cada imóvel. “Os prédios que pertencem a educação e a saúde não serão incluídos no programa. Os outros, após avaliados, as secretarias as quais pertencem os prédios vão informar se ainda vão precisar do imóvel. No caso de prédios que não estão sendo utilizados, eles serão levados ao governador e uma equipe técnica da Fazenda deve analisar se o melhor é que ele possa ir a leilão para venda ou ser alugado”, pontua o superintendente, explicando que isso faz parte de um plano do governo para monetizar o ativo do estado.

Steiner declara ainda, que é precipitado falar em valores e quais prédios podem ser vendidos ou alugados. Ele não quis falar em estimativa do quanto pode ser arrecadado, mas afirma que espera que o valor seja razoável. A equipe é formada por técnicos das secretarias de Fazenda, Administração e Previdência, Planejamento. Ele citou que o processo será bem discutido com todos os atores sociais para garantir a segurança e transparência da medida.

“Estamos sendo fiscalizados pelo TCE, pela Alepi, pelo Ministério Público, enfim, precisamos ter responsabilidade transparência no processo, porque trata diretamente do patrimônio do povo”, diz Steiner.

FONTE: Com informações|ODia
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