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Brasil vai às urnas dividido entre o apoio e a rejeição ao PT
Brasil vai às urnas dividido entre o apoio e a rejeição ao PT
05/10/2014 08h38
As últimas eleições presidenciais foram polarizadas entre PT e PSDB, mas, agora, uma característica derivada dessa marca foi estabelecida de forma inegável. Trata-se do acirramento da disputa entre o chamado petismo e o antipetismo. Vão às urnas hoje 142.822.046 eleitores diante de uma forte divisão de forças políticas.

Durante essa campanha, o país se repartiu entre os que aprovam a gestão da presidente Dilma Rousseff e de seu partido, o PT, e os que a desaprovam e querem ver os petistas longe do governo federal. Esse grupo antipetista conseguiu um mote que conquistou parte da sociedade: o combate à corrupção.

Os fatores que contribuíram para a radicalização dessa polarização podem ser muitos. Na opinião de especialistas, a piora nos índices da economia – como o aumento da inflação e a queda do nível de emprego formal – contribui para a insatisfação do eleitorado, que começa a desejar mudanças. Esse ambiente é propício ao crescimento da oposição, que ainda se beneficia da série de denúncias de corrupção, especialmente na Petrobras.

Segundo Rogério Pacheco Jordão, jornalista, blogueiro e mestre em política comparada pela London School of Economics, o debate na TV Globo, exibido na última quinta-feira, deixou claro que o candidato Aécio Neves (PSDB) aposta tudo no antipetismo para chegar ao segundo turno. “O candidato citou as letras PT em praticamente todas as suas intervenções. Isto bate com o mostrado recentemente no horário eleitoral, no qual seu programa clamou abertamente pelo voto útil contra o PT”, diz em seu blog. Ele se referiu à frase usada no último programa eleitoral do tucano: “Aécio é o voto útil para vencer o PT”.

Durante a campanha, Aécio adotou algumas expressões, repetidas em praticamente todas as agendas, como: “a máquina administrativa está a serviço da companheirada”, “o PT é leniente com a corrupção”, “há um cansaço com o que aí está”.

A candidata do PSB, Marina Silva, também foi para o ataque ao petismo, utilizando como principal mote a “velha política”, que, segundo ela, foi também adotada pelo PT. Em discurso feito em Belo Horizonte, ela pediu aos eleitores que atentassem aos “políticos tradicionais”, que apoiam a presidente Dilma. E citou os senadores Fernando Collor e Renan Calheiros. Marina fez duras críticas à gestão petista e disse que, por divergências, deixou o partido.

FONTE: Com informações de O Tempo
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