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Governo estuda enxugar seguro desemprego
Governo estuda enxugar seguro desemprego
09/11/2014 08h34
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nessa sexta-feira que o governo federal está finalizando os estudos que resultarão em uma “redução importante” das despesas. Estão no foco desses ajustes um corte nas despesas de benefícios como o seguro-desemprego, auxílio-doença e abono salarial, que tiveram crescimento acelerado nos últimos anos. Os cortes também envolverão a redução de subsídios financeiros, se o ciclo de crescimento econômico for retomado. Segundo o ministro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está entre os alvos. “A redução de despesas significa dar um subsídio menor nos empréstimos que são feitos, por exemplo, no BNDES”, afirmou o ministro.

O banco estatal tem uma série de programas de financiamento com juros abaixo da taxa básica Selic, incluindo a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), e vem recebendo injeções de recursos do Tesouro Nacional.

“O papel dos bancos públicos é anticíclico. Quando faltou crédito no Brasil durante 2008 e 2009, os bancos públicos saíram a campo com mais crédito e taxas de juros menores. Depois, em 2009 e 2010, os privados reagiram, recompondo o equilíbrio anterior. Nos últimos anos, voltou a diminuir o crédito. A estratégia não é fazer com que os bancos públicos tenham mais crédito que os privados. Apenas é uma estratégia anticíclica”, explicou.

Segundo ele, governo tem que caminhar para um aumento gradual do superávit primário. “A estratégia macroeconômica para iniciarmos esse novo ciclo de expansão é um ajuste tanto da política fiscal quanto da política monetária”, disse.

Ele afirmou ainda que o juro da dívida encontra-se em um patamar elevado e que isso acaba pressionando a política fiscal. De acordo com ele, isso ocorre porque a taxa de juro no Brasil costuma ficar em patamar mais elevado em relação ao padrão internacional.

Mantega falou que há muita confusão e mal entendidos em relação à política fiscal no Brasil. Ele prometeu desfazer um pouco da confusão. “Minha avaliação terá um viés mas otimista porque eu sou responsável por essa política há 12 anos”, destacou.

Do lado da política monetária, o ministro disse que o objetivo para a inflação é “uma convergência ao centro da meta”, de 4,5%, apontando a seca deste ano como uma fator de pressão sobre os preços dos alimentos e as tarifas de energia.

ReflexosMantega aponta a crise internacional como problema para o desempeno da economia , ao dizer que o governo reduziu impostos para investimento e consumo de bens duráveis.

FONTE: O Tempo
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