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WESLLEY MOREIRA
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Weslley Moreira é Jornalista, Bacharel em Direito e pós-graduado em Direito Tributário. Ele vai abordar acontecimentos na área jurídica com ênfase em decisões judiciais de pessoas públicas da região.
"ESSE GIL É UM FAKE!" - JVC diz que presidente da APPM defende apenas interesses de W. Dias
04/06/2018 20h04

Na última semana, o Portal Mandacaru publicou uma matéria em que o prefeito Gil Carlos (PT) de São João do Piauí afirmava que os pagamentos do transporte escolar por parte do Governo do Estado estavam em dia. O prefeito falou na condição de presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM). A reação de gestores municipais e empresários foi imediata.

 

Prefeitos e empresários, temendo retaliações do Governo do Estado que recebe esta semana R$ 315 milhões de um empréstimo junto à Caixa Econômica resolveram arrumar um porta voz.

 

“Esse Gil é um fake”, resumiu o empresário João Vicente Claudino. O empresário que até a última semana era pré-candidato a governador comentou que não poderia deixar de dar voz aos amigos. As informações de JVC conferem com aquelas que o Política Dinâmica recebeu de gestores municipais.

 

O Governo do Estado tem colocado os meses de novembro e dezembro de 2017 na conta de “perdido”. Em alguns casos, o mês de outubro de 2017 também não foi pago. Em 2018, o mês de janeiro e metade do mês de fevereiro estão no mesma conta. Assim, três meses e meio foram “quitados” sem pagamento. Sobre o resto das contas de 2018, alguns transportadores e prefeitos informaram que a ordem de pagamento depende da “proximidade” com os gestores estaduais.

 

“A situação é exatamente essa. Esse presidente da APPM é um pau mandado do governador. Não representa os interesses dos prefeitos, faz exatamente o contrário: faz o que o governador quer contra os gestores municipais. É um desserviço!”, exclama João Vicente.

 

COFINANCIAMENTO DA SAÚDE

Os prefeitos também afirmam que o cofinanciamento da Saúde está na maioria dos casos atrasado 12 meses. Só em Teresina, a conta já teria passado dos R$ 15 milhões.

 

O presidente da APPM alega que o transporte escolar está em dia e que o cofinanciamento da Saúde está seguindo programação de pagamento que atende às necessidades das gestões municipais e os interesses do Estado num período de crise.

       
FONTE: Marcos Melo, do Política Dinâmica / Edição: Weslley Moreira
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