São João do Piauí, 14 de julho de 2020
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Joe
Por: Joe
Auditoria investiga desvios e pagamentos indevidos na folha
Auditoria investiga desvios e pagamentos indevidos na folha
27/10/2015 09h08

O controlador-geral do Estado, Darcy Siqueira, informou que a primeira etapa da auditoria na folha de pagamento do Estado solicitada pelo Tribunal de Contas do Piauí (TCE-PI) será concluída em novembro, depois que o recadastra-mento dos servidores públicos for finalizado. Pelo calendário da Secretaria Estadual de Administração e Previdência (SeadPrev), dia 27 de novembro termina o prazo para os servidores se recadastrarem.  

Darcy Siqueira explicou que o secretário da Administração, Franzé Silva, já havia solicitado uma auditoria na folha para poder utilizar as informações como base para tomada de decisões envolvendo os servidores públicos, mas o contro-lador explicou que, em função da precisão dos dados, o melhor seria aguardar as informações colhidas no recadastramento.

O controlador-geral esclareceu ainda como está sendo feita a primeira etapa da auditoria. 

"A primeira etapa consiste em confrontar alguns dados para ver se está havendo acú-mulos indevidos de cargos, se as gratificações estão sendo concedidas dentro da legalidade, se não está havendo acúmu-lo indevido, se as disposições estão com ônus ou sem ônus para os órgãos de origem. Esse trabalho inicial vai consistir nesse objeto", disse. "Em seguida, por meio de parceria com a Controladoria Geral da União, vamos aplicar metodologias utilizadas pelo órgão e confrontar dados. Em um segundo momento, a auditoria vai abranger as informações do recadastra-mento", disse o controlador.

Darcy Siqueira disse ainda que com a publicação do Relatório de Gestão Fiscal referente ao 2º quadrimestre das receitas e despesas do Governo do Estado nos primeiros oito meses do ano, o governador Wellington Dias (PT) foi notificado pelo Tribunal de Contas em um procedimento de rotina. O relatório mostrou que os gastos com pessoal do Poder Executivo estão em 46,17% da Receita Corrente Líquida, ou seja, ainda abaixo do limite prudencial, que é de 46.55%, mas acima do limite de alerta, que é de 44.10%.

 O conselheiro do TCE-PI, Kennedy Barros, confirmou ao Diário do Povo que esse momento da auditoria na folha de pagamento do Estado deve ser conduzido realmente pela Corregedoria Geral do Estado. Kennedy afirma que apesar da CGE ser um órgão da estrutura estatal, tem independência para conferir as incongruências verificadas na folha e que, em momento posterior, o Tribunal de Contas fará o controle externo.

FONTE: Diario do Povo
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