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Por: Joe
PCB perde prazo e chapa de Maklandel fica sem candidato ao Senado
PCB perde prazo e chapa de Maklandel fica sem candidato ao Senado
10/09/2014 09h33
Sem candidato ao Senado, Maklandel (foto ao lado) deixa militantes do PSOL livres para escolherem candidato A direção estadual do Partido Comunista Brasileiro (PCB) perdeu o prazo para indicar o substituto do jornalista e professor da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) Aldir Nunes (PCB), na disputa pelo Senado Federal. Com isso, a coligação “O Poder Popular na Construção do Socialismo”, encabeçada pelo professor Maklandel Aquino (PSOL), seguirá sem candidato ao Senado. Aldir Nunes deixou a disputa após ter indeferido pela Justiça Eleitoral o pedido de registro de candidatura.

A Corte do Tribunal Superior Eleitoral entendeu que o candidato não conseguiu provar que se filiou ao partido dentro do prazo legal estabelecido pela legislação eleitoral, que é de um ano antes da data do pleito. Sem candidato ao Senado, Maklandel afirma que a orientação do PSOL é que os filiados e simpatizantes estejam livres para votarem em quem desejar entre os cinco candidatos que disputam a vaga de senador.

O último prazo para que a coligação apresentasse um substituto para Aldir Nunes se encerrou no último dia 5 e, sem acordo, a direção do PCB decidiu por não indicar nenhum nome. “Nós não interferimos nem na vontade e nem no voto dos nossos filiados. Eles estão livres para votar em quem desejarem. Essa é a política do PSOL”, declarou.

Maklandel Aquino afirma que apesar do PCB não ter indicado um substituto, a aliança entre os dois partidos continua no Piauí. “Nossa coligação continua unida. Contamos com o apoio dos amigos do PCB para fazermos uma grande campanha no Piauí”, declarou.

Inconformado com a decisão do TSE, Aldir Nunes afirmou que foi vítima de uma espécie de “armação” da própria Justiça Eleitoral. “Até agora tento entender o que aconteceu e quais os motivos. Nós fomos vítimas de uma armação da Justiça. O processo eleitoral é uma farsa. Não foi possível indicar outro candidato porque nosso partido não tem estrutura para isso”, justificou.

De acordo com a decisão do TSE, além de Aldir Nunes, perderam também o direito de participar da disputa deste ano o segundo suplente Washington Milton do Carmo Gomes, que não conseguiu comprovar a filiação partidária. Já o primeiro suplente João Alfredo Costa Evangelista não teria se desincompatibilizado em tempo hábil de suas funções na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

FONTE: O Dia Piauí
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